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    marombada

    marombeiro | adj. n. m.

    Que ou aquele que lisonjeia ou adula, com manha ou por interesse....


    marombado | adj. | adj. n. m.

    Que ou quem está fisicamente muito desenvolvido devido a exercícios intensos de musculação ou ao consumo de anabolizantes (ex.: corpo marombado; ele prefere as marombadas)....


    maroma | n. f.

    Corda grossa....


    corda | n. f. | n. f. pl.

    Conjunto de fios de cânhamo ou de qualquer matéria filamentosa, torcidos juntos uns sobre os outros....


    maromba | n. f.

    Vara com que o equilibrista se equilibra na corda bamba....


    marombar | v. tr. | v. intr.

    Transmitir a doença da maromba....


    arame | n. m.

    Liga de cobre com zinco, mais vulgarmente chamada latão ou metal amarelo....


    boi | n. m.

    Quadrúpede ruminante cavicórneo, tipo da família dos bovídeos....


    contrapeso | n. m.

    Peso adicional que, colocado num dos pratos da balança, equilibra este com o outro prato....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?