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    marchar-te

    hepe | interj.

    Emprega-se para estimular os animais em marcha....


    Dando à execução o caráter das marchas militares....


    A sociedade não estaciona; o progresso caminha sempre....


    Frase que se diz ter Constantino visto numa cruz que lhe apareceu nos ares, quando marchava contra Maxêncio....


    alor | n. m.

    Passo, modo de andar....


    basiofobia | n. f.

    Medo patológico de andar, geralmente medo de cair ao andar....


    basofobia | n. f.

    Medo patológico de andar, geralmente medo de cair ao andar....


    decurso | adj. | n. m.

    Que decorreu....


    escalracho | n. m.

    Planta herbácea da família das gramíneas (Panicum repens), resistente e nociva às searas....


    kart | n. m.

    Pequeno veículo automóvel de competição, sem caixa de velocidades, nem carroçaria ou suspensão....


    kartódromo | n. m.

    Recinto ou terreno com pistas próprias para corridas de cartes ou pequenos veículos automóveis de competição, sem caixa de velocidades, nem carroçaria ou suspensão....


    Sistema ou costume de fazer grandes marchas a pé....


    pedestriano | n. m.

    Pessoa que marcha em luta ou concurso com outrem....


    saldunes | n. m. pl.

    Aqueles que, entre os Gálios, faziam juramento de eterna amizade, marchando para o combate ligados por uma corrente, porque nem a morte os devia separar....


    sobrevento | n. m.

    Coisa que sobrevém e altera o andamento de algo, ou que assusta ou inquieta....


    vivandeira | n. f.

    Mulher que vendia aos soldados, que acompanhava em marcha, comestíveis, bebidas....


    chassi | n. m.

    Estrutura de aço que suporta o motor e a carroçaria de um veículo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?