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    manda-o

    afasta | interj.

    Expressão usada para afastar ou mandar embora....


    alça | interj.

    Expressão empregada especialmente para mandar levantar as patas às bestas ao ferrá-las....


    arreda | interj.

    Expressão usada para afastar ou mandar embora....


    avonda | interj.

    Expressão usada para mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    bonda | interj.

    Expressão usada para interromper ou mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    Do Evangelho; conforme manda o Evangelho; que segue a lei de Cristo....


    leva-arriba | interj.

    Designativa para mandar levantar ou para fazer acordar....


    missório | adj.

    Que encerra a obrigação de mandar dizer missas....


    Dizia-se dos mandados judiciais para que um ato voltasse ao primeiro estado....


    vonda | adv. | interj.

    Muito....


    víspere | interj.

    Expressão usada para mandar retirar, sair ou afastar-se....


    malmandado | adj.

    Que não faz o que lhe pedem ou mandam ou da forma como lhe pedem ou mandam....


    Que faz o que lhe pedem ou mandam....


    suca | interj.

    Expressão usada para afastar ou mandar embora (ex.: suca daqui!)....


    famba | interj.

    Expressão usada para afastar ou mandar embora....


    ad patres | loc.

    Usa-se nas expressões ir ad patres, morrer; expedir ad patres, mandar para o outro mundo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?