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    levinhas

    adoentado | adj.

    Que está um pouco doente; que apresenta leves sinais de doença....


    lepto- | elem. de comp.

    Exprime a noção de delgado, fino, miúdo (ex.: leptodonte)....


    leveiro | adj.

    Que é pouco pesado....


    manso | adj. | adv.

    Que não é bravo....


    Relativo à meteorologia ou aos fenómenos atmosféricos (ex.: boletim meteorológico; leve melhoria das condições meteorológicas)....


    néctico | adj.

    Leve a ponto de sobrenadar na água (ex.: sílex néctico)....


    ténue | adj. 2 g.

    Pouco espesso, pouco denso....


    light | adj. 2 g. 2 núm.

    Que tem menos calorias do que outros produtos do mesmo género....


    levezinho | adj. | adv.

    Muito leve (ex.: o trabalho era levezinho)....


    emantado | adj.

    Que se emantou ou que está coberto com manta....


    alumínio | n. m.

    Elemento químico metálico (símbolo: Al), de número atómico 13, branco brilhante, leve, dúctil e maleável, que se altera pouco no ar....


    arranjinho | n. m.

    Combinação para entrevista amorosa....


    beijo | n. m.

    Toque de lábios, pressionando ou fazendo leve sucção, geralmente em demonstração de amor, gratidão, carinho, amizade, etc....


    cambiante | adj. 2 g. | n. m.

    Que cambia ou muda, geralmente de forma gradual....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.