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    junque-ma

    ciperáceo | adj.

    Relativo ou semelhante à junça....


    espadanado | adj.

    Que sai como espadana; juncado de espadanas....


    semeado | adj.

    Em que se lançaram sementes....


    cálamo | n. m.

    Caule composto de entrenós ocos....


    camão | n. m.

    Ave pernalta (Porphyrio porphyrio) da família dos ralídeos, de plumagem azul e bico e patas vermelhas....


    junça | n. f.

    Planta herbácea perene (Cyperus esculentus), da família das ciperáceas, que cresce em climas temperados....


    juncácea | n. f. | n. f. pl.

    Espécime das juncáceas....


    juncada | n. f.

    Pancada dada com um junco....


    juncal | n. m.

    Terreno onde crescem juncos....


    junco | n. m.

    Género de juncáceas, de hastes direitas e flexíveis, que cresce na água e nos sítios húmidos....


    trofa | n. f.

    Capa de junco ou de palha....


    xiridácea | n. f. | n. f. pl.

    Espécime das xiridáceas....


    arumã | n. m.

    Espécie de junco com que se fazem paneiros, balaios, etc....


    esquenanto | n. m.

    Planta poácea, aromática e medicinal da Índia e da Arábia....


    esteira | n. f.

    Tecido grosseiro de esparto, junco, palha, tabuinhas, etc....


    rotim | n. m.

    Espécie de palmeira da Índia....


    rota | n. f.

    Espécie de junco ou cipó de cujas fibras se fazem velas e esteiras....


    alcarapa | n. f.

    Resíduo do enxofre com que se aclara o junco das esteiras....


    canafístula | n. f.

    Planta arbórea (Cassia fistula) da família das leguminosas faseoláceas, usada com fins medicinais....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?