Pesquisa nas Definições por:

    inteligentes

    asinino | adj.

    Relativo a asno ou burro....


    asnal | adj. 2 g.

    Relativo a asno....


    asnático | adj.

    Relativo a asno ou burro....


    boto | adj.

    Que perdeu o gume ou a ponta, não podendo por isso cortar ou furar como antes....


    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    lúcido | adj.

    Brilhante, claro....


    perspicaz | adj. 2 g.

    Que tem agudeza de vista; que vê bem....


    Nós dizemos, proverbialmente: Para bom entendedor meia palavra basta....


    sengo | adj.

    Inteligente; atilado....


    beldroegas | n. m. 2 núm.

    Pessoa considerada ingénua ou pouco inteligente....


    calhau | n. m.

    Pedaço de rocha dura....


    míope | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Pessoa que sofre de miopia....


    pajem | n. m.

    Moço que acompanhava o rei ou os nobres e lhes levava as armas quando iam para a guerra....


    zamboa | n. f.

    Fruto cítrico da zamboeira, arredondado e de casca grossa amarela, de sabor ácido....


    abécula | n. f.

    Pessoa lenta ou pouco inteligente....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.