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    indemnizardes-ta

    Que envolve reparação, indemnização ou retratação....


    Relativo a indemnização (ex.: montante indemnizatório)....


    falhas | n. f. pl.

    Percentagem que se abona a alguém que tem responsabilidades pecuniárias, para o indemnizar dos pequenos prejuízos ou quebras inerentes a múltiplos e constantes pagamentos....


    represália | n. f.

    Dano que se faz sofrer a outrem, como indemnização ou resposta em relação a outro dano causado por esse outrem....


    estadia | n. f.

    Demora ou permanência em algum local....


    estalia | n. f.

    Demora que o navio fretado é obrigado a ter no porto de descarga sem direito a indemnização....


    rebordagem | n. f.

    Prejuízo sofrido pelos navios que abalroam....


    indemnidade | n. f.

    Qualidade ou estado de indemne....


    pombo | n. m.

    Designação dada a várias aves granívoras e sociáveis da família dos columbídeos....


    recompensa | n. f.

    Ato ou efeito de recompensar....


    satisfação | n. f. | n. f. pl.

    Ato ou efeito de satisfazer....


    seguro | adj. | n. m. | adv.

    Que está livre de perigo ou de risco (ex.: ambiente seguro; lugar seguro)....


    segurador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que segura....


    Ato ou efeito de ressarcir ou de se ressarcir....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.