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    imprecar-mo

    conjuro | n. m.

    Invocação feita com imprecação....


    esconjuro | n. m.

    Juramento com imprecação....


    praga | n. f.

    Imprecação de males (contra alguém)....


    prece | n. f. | n. f. pl.

    Súplica dirigida a uma divindade ou a um santo (ex.: momento de prece; as nossas preces foram atendidas)....


    maldição | n. f. | interj.

    Ato ou efeito de amaldiçoar....


    imprecar | v. tr. | v. intr.

    Suplicar....


    pragar | v. tr. e intr.

    Rogar pragas ou proferir imprecações contra alguém....


    praguejar | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr.

    Rogar pragas; proferir imprecações contra alguém (ex.: os manifestantes praguejavam o governo; os funcionários da fábrica praguejam contra as condições de trabalho; a velha estava sempre a praguejar)....


    remugir | v. intr.

    Tornar a mugir....


    esconjurar | v. tr.

    Ordenar com imprecação o afastamento de....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?