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    imanou

    imano | adj.

    O mesmo que imane....


    imame | n. m.

    Sacerdote muçulmano que preside às cerimónias do culto....


    imanidade | n. f.

    Qualidade do que é imane....


    inane | adj. 2 g.

    Sem conteúdo....


    imane | adj. 2 g.

    Muito grande....


    íman | n. m.

    Óxido natural de ferro que atrai o ferro e alguns metais....


    desimanar | v. tr. e pron.

    Tirar ou perder propriedades magnéticas....


    imanar | v. tr.

    Comunicar propriedades magnéticas a (ex.: imanar um corpo)....


    imanizar | v. tr.

    Comunicar propriedades magnéticas a (ex.: imanizar um corpo)....


    imantar | v. tr.

    Comunicar propriedades magnéticas a (ex.: imantar um corpo)....


    magnetizar | v. tr.

    Pôr sob a influência do magnetismo....


    emanar | v. intr.

    Desagregar-se por emanação e disseminar-se em partículas impalpáveis....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?