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    grafeis-mo

    Marte | n. m.

    Deus da guerra, na mitologia romana e grega....


    gráfica | n. f.

    Ato de grafar os vocábulos....


    subgrafo | n. m.

    Grafo obtido a partir de um subconjunto de vértices e arestas de outro grafo; grafo contido dentro de outro grafo....


    quaternário | adj. | adj. n. m.

    Composto de quatro unidades, de quatro elementos, etc....


    holoceno | adj. n. m.

    Diz-se de ou época mais recente do Período Quaternário. (Como nome, grafa-se com inicial maiúscula.)...


    plistoceno | adj. n. m.

    Diz-se do ou o período mais antigo do Quaternário. (Como nome, grafa-se com inicial maiúscula.)...


    sónica | n. f.

    Sistema de grafar as palavras atendendo apenas ao som delas....


    escrito | adj. | n. m.

    Que se escreveu....


    dois-pontos | n. m. 2 núm.

    Sinal de pontuação (:) que antecede uma citação, uma enumeração ou uma explicitação....


    grafo | n. m.

    Sistema de pares formados pela aplicação de um conjunto num segundo conjunto ou no mesmo conjunto. (Se os dois conjuntos forem o conjunto R dos números reais, o grafo é um sistema de pontos e confunde-se com a representação gráfica de uma função.)...


    caligrafar | v. tr. e intr.

    Escrever em letra perfeita....


    cartografar | v. tr.

    Levantar, delinear, reproduzir cartas geográficas....


    estenografar | v. tr.

    Escrever por meio de estenografia....


    fotografar | v. tr. | v. pron.

    Reproduzir por meio de fotografia....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?