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    gozem

    Relativo ao carisma (ex.: dom carismático)....


    potente | adj. 2 g.

    Que tem potência ou poderio; poderoso....


    Que goza de uma prioridade sobre os outros....


    Que consta em documento particular não legalmente autenticado....


    saudável | adj. 2 g.

    Que goza de boa saúde, física ou mental....


    unicroísta | adj. 2 g.

    Que goza das propriedades do unicroísmo....


    sarado | adj.

    Que sarou; que se encontra de boa saúde ou restabelecido....


    estimado | adj.

    Que se estimou (ex.: valor estimado)....


    respeitado | adj.

    Que se respeitou ou respeita....


    Todos têm o mesmo direito de gozar os dons da natureza....


    sui juris | loc.

    Que pode dispor de si, por ser maior e estar no gozo dos direitos civis....


    Que não tem boa reputação; que não goza de grande admiração (ex.: estabelecimento malconceituado)....


    imune | adj. 2 g.

    Que goza de imunidade (ex.: o organismo tornou-se imune ao vírus)....


    bem-aventurado | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que está na bem-aventurança....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?