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    fresco

    aprilino | adj.

    Fresco, jovem ou viçoso....


    ensilhado | adj.

    Diz-se da decocção de mate à qual se junta erva fresca para reforçá-la....


    Muito fresco; muito conservado, apesar da idade....


    recente | adj. 2 g.

    Que tem pouco tempo (ex.: tecnologia recente)....


    abrilino | adj.

    Fresco, jovem ou viçoso....


    Um tanto fresco, sadio, sem aparência de velho, apesar da idade....


    -inho | suf.

    Indica valor diminutivo (ex.: almofadinha; vilarinho)....


    barril | n. m.

    Vasilha de aduela, cilíndrica e bojuda, que leva de cem litros para baixo....


    meio-sal | adj. 2 g. 2 núm. | n. m.

    Queijo fresco ligeiramente salgado....


    moringo | n. m.

    Vasilha de barro, usada para conservar a água fresca, geralmente com uma asa na parte superior e um gargalo de cada lado....


    moringue | n. m.

    Vasilha de barro, usada para conservar a água fresca, geralmente com uma asa na parte superior e um gargalo de cada lado....


    tabafeira | n. f.

    Tipo de enchido feito de pão de trigo, carne cozida e pingue, próprio para se comer fresco....


    mazagrã | n. m.

    Bebida de café, servida geralmente fresca, com açúcar e limão....


    bola | n. f.

    Queijo grande e fresco de leite de ovelha....


    carne | n. f.

    Tecido muscular....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.