Pesquisa nas Definições por:

    forcem-tas

    aberto | adj.

    Que não tem cobertura....


    adinâmico | adj.

    Em que há falta de forças....


    agadanhado | adj.

    Ferido com o gadanho ou com as unhas....


    f.e.m. | abrev.

    Abreviatura de força eletromotriz....


    Próprio para restabelecer as forças; tónico; higiénico....


    anímico | adj.

    Da alma ou a ela relativo (ex.: força anímica)....


    apus | adv.

    Após, em seguida, atrás, à força....


    bambo | adj.

    Que não está retesado....


    coercitivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    conexivo | adj.

    Que enlaça, liga ou estabelece conexão....


    contranitente | adj. 2 g.

    Que emprega contranitência; que resiste....


    contundente | adj. 2 g.

    Que pode provocar lesão ou contusão pela pressão exercida numa parte do corpo, batendo ou chocando (ex.: arma contundente; instrumento contundente; pancada contundente)....


    decrépito | adj.

    Que está na época da decrepidez....


    deprimente | adj. 2 g.

    Que deprime ou causa depressão....


    derreado | adj.

    Que não pode endireitar as costas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?