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Que se arrima....
Que farisca ou fareja....
Aquele ou aquela que fareja ou procura alguma coisa....
Ato de fariscar ou de farejar....
Que ou o que fareja (ex.: cães farejadores; é um farejador de explosivos)....
Que ou aquele que farisca ou fareja....
Ato de farejar....
Aplicar o olfato a....
Tomar (o cão) o faro....
Seguir algo, usando o faro....
Que se farejou....
Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.
1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?
2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.
Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?