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    falsifica

    espúrio | adj.

    Que não tem pai certo ou que não pode ser perfilhado (ex.: filho espúrio)....


    Falsificado, adulterado: Vinho sofisticado....


    fajuto | adj.

    Que foi falsificado....


    adulterado | adj.

    Que sofreu falsificação ou corrupção das suas propriedades ou do seu estado original (ex.: bebida adulterada; produto adulterado)....


    Que se falsificou ou foi alvo de falsificação....


    fatura | n. f.

    Documento com informação fiscal falsa ou falsificada que atesta uma venda ou uma prestação de serviço que não ocorreu ou não foi entregue ou um pagamento que não foi efetuado....


    falsidade | n. f.

    Perfídia; falsificação; fraude....


    mixordeiro | n. m.

    Que falsifica géneros alimentícios....


    adultério | n. m.

    Falsificação, adulteração....


    marteleiro | n. m.

    Pessoa que faz vinho falsificado ou de muito má qualidade....


    contrafeito | adj. | n. m.

    Falsificado; imitado fraudulentamente....


    guitarra | n. f.

    Máquina para falsificar papel-moeda....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?