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    extremavam

    amplo | adj.

    Vasto em extremo....


    estremado | adj.

    Perfeito; sublime; apropriado; seleto, extraordinário....


    estreme | adj. 2 g.

    Muito puro ou sem mistura....


    extremável | adj. 2 g.

    Suscetível de ser extremado; que se pode extremar....


    inanido | adj.

    Em estado de fraqueza extrema, geralmente por falta de alimentação....


    preexcelente | adj. 2 g.

    Excelente em extremo, superior a tudo....


    acro- | elem. de comp.

    Exprime a noção de extremidade (ex.: acropatia)....


    Até ao último extremo; com exagero; sem tréguas....


    a quia | loc.

    Até ao extremo de não saber o que responder (ex.: ele reduziu-nos a quia; levar a quia)....


    empolgadeira | n. f.

    Buraco em que se enfiava a corda em cada extremo do arco da besta....


    dependura | n. f. | n. 2 g.

    Ato ou efeito de pendurar....


    escatel | n. m.

    Abertura longitudinal no extremo de uma cavilha para meter a chaveta....


    extremismo | n. m.

    Adoção de teorias político-sociais extremas....


    extremista | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Pessoa que professa ou pratica o extremismo....


    gancheta | n. f.

    Pequeno gancho, no extremo de uma vara, para pendurar aparelhos de pesca....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.