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    explodir

    explosão | n. f.

    Súbita, violenta e, geralmente, estrondosa fragmentação de um corpo, devido à dilatação de gases ou à conflagração de matérias....


    balona | n. f.

    Peça pirotécnica que explode no ar, largando fogos de cor....


    bigue-bangue | n. m.

    Explosão de matéria que teria assinalado o começo da expansão do universo....


    morteiro | n. m.

    Pequena peça de ferro que se ataca de pólvora para explodir em dias festivos....


    big-bang | n. m.

    Explosão de matéria que teria assinalado o começo da expansão do universo....


    fornilho | n. m.

    Cavidade enchida com explosivo, em obra ou local que se quer fazer explodir....


    mina | n. f.

    Engenho bélico, contendo matérias explosivas, que se mergulha no mar, para explodir um navio....


    papoco | n. m.

    Estalo, estampido, ruído daquilo que estoura, explode ou rebenta....


    pipoco | n. m.

    Ato ou efeito de pipocar ou rebentar....


    escardear | v. tr. | v. intr.

    Espalhar-se (o chumbo do tiro, por explodir com força)....


    estourar | v. intr. | v. tr. | v. tr. e intr.

    Dar estouro; estalar; rebentar; explodir....


    rebentar | v. intr. | v. tr.

    Estourar; explodir....


    explodir | v. intr.

    Fazer explosão....


    detonar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Fazer estrondo ao explodir....


    válvula | n. f.

    Válvula que na caldeira de uma máquina a vapor se abre por si só quando a pressão é excessiva, para deixar sair uma parte do vapor, impedindo-a assim de explodir....


    voar | v. tr. e intr. | v. intr. | v. tr.

    Explodir, rebentar....


    Que tem um engenho explosivo instalado e pronto a explodir (ex.: carro armadilhado)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?