Pesquisa nas Definições por:

    eterne

    eviterno | adj.

    Que há de durar sem fim (ex.: eviterno amante; sentimento eviterno)....


    eternal | adj. 2 g.

    Que não teve princípio nem há de ter fim....


    imarcescível | adj. 2 g.

    Que não murcha; que está sempre viçoso (ex.: rosas imarcescíveis)....


    infindo | adj.

    Sem fim; infinito....


    intemporal | adj. 2 g.

    Que não muda ao longo do tempo....


    perene | adj. 2 g.

    Que dura para sempre....


    perpétuo | adj.

    Contínuo; ininterrupto....


    Palavras de Santo Agostinho, admirando a paciência imutável de Deus perante os crimes do mundo; diz-se também do papado....


    alogiano | n. m.

    Membro de uma seita que negava a Jesus a qualidade de Verbo eterno....


    beatitude | n. f.

    Felicidade completa ou eterna....


    bem-aventurado | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que está na bem-aventurança....


    padre | n. m.

    Pessoa que ministra os sacramentos de uma igreja....


    perdição | n. f.

    Ato de perder ou perder-se....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?