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    estolas

    análabo | n. m.

    Estola de frades gregos....


    casula | n. f.

    Vestimenta sem mangas nem gola que os sacerdotes põem sobre a alva e a estola....


    cogula | n. f.

    Túnica larga, geralmente de capuz e de mangas largas ou sem mangas, usada, por exemplo, por frades beneditinos....


    estola | n. f.

    Paramento em forma de fita larga que o sacerdote traz pendente dos dois lados do pescoço sobre a alva ou a sobrepeliz....


    estolão | n. m.

    Estola grande que o diácono põe para os ofícios da Quaresma....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?