Pesquisa nas Definições por:

    esgotem-te

    esgotável | adj. 2 g.

    Que se pode esgotar (ex.: recursos esgotáveis)....


    exauriente | adj. 2 g.

    Que exaure ou causa exaurimento....


    quod ore | loc.

    Palavras que o sacerdote profere, na Missa Romana, ao esgotar o cálice, e são em linguagem popular empregadas substantivamente como pequena porção de comida ou bebida que se tomou ou vai tomar....


    lotado | adj.

    Cuja capacidade de ocupação está cheia, esgotada....


    alvaneira | n. f.

    Cano de esgoto para dar saída à água das estrebarias....


    caleira | n. f.

    Cano aberto longitudinalmente que se fixa ao longo do beiral de um telhado para escoar as águas da chuva....


    caleiro | n. m.

    Cano por onde se escoam as águas do telhado....


    sobernal | n. m.

    Trabalho excessivo....


    ademonia | n. f.

    Abatimento de espírito, esgotamento, prostração....


    bombeiro | n. m.

    Indivíduo do corpo especializado em extinção de incêndios ou em apoio a acidentes....


    dreno | n. m.

    Tubo flexível, com muitos furos, que se coloca em certas feridas e permite o escoamento de líquidos patológicos....


    estanco | adj. | n. m.

    Que se estancou....


    estancada | n. f.

    Ato ou efeito de estancar....


    picheleiro | n. m.

    O que faz ou vende pichéis ou obras de estanho....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.