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    enervando

    enerve | adj. 2 g.

    Sem força ou sem energia....


    encanitante | adj. 2 g.

    Que encanita ou causa enervamento ou irritação....


    enervação | n. f.

    Abatimento; perda de energia; extenuação....


    enervador | adj. n. m.

    Que ou quem enerva ou deixa nervoso ou perturbado....


    encanitado | adj.

    Que mostra irritação ou enervamento....


    enervado | adj.

    Que se enervou ou que mostra irritação ou enervamento....


    acalentar | v. tr. e pron.

    Acalmar ou acalmar-se, geralmente para adormecer e com afagos, com proximidade corporal ou com cantiga....


    arremansar | v. pron.

    Ficar, um curso ou uma massa de água, com a superfície imóvel ou aparentemente imóvel....


    azedar | v. tr. e intr. | v. tr., intr. e pron.

    Tornar ou ficar com sabor azedo, geralmente após fermentação (ex.: o calor pode azedar a feijoada; o leite azedou)....


    calmar | v. tr. e intr. | v. intr. e pron. | v. tr.

    Tornar ou ficar calmo ou mais calmo....


    chatear | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e pron. | v. intr.

    Provocar ou sentir aborrecimento, enfado (ex.: vá chatear outro; essa conversa já chateia; chateei-me porque não havia nada de interessante para fazer)....


    conciliar | v. tr. e pron.

    Pôr de acordo ou chegar a acordo com....


    desenervar | v. tr. e intr.

    Diminuir o nervosismo de; tirar a enervação a....


    encanitar | v. tr. e pron.

    Causar ou sentir enervamento ou irritação (ex.: esse tema encanitou algumas pessoas; o que me encanita é aquela maneira de falar)....


    enervar | v. tr. | v. pron.

    Fazer perder a energia, a força; debilitar; enfraquecer; efeminar....


    enfadar | v. tr. e pron.

    Causar ou sentir enfado, tédio....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?