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    emprega-a

    alça | interj.

    Expressão empregada especialmente para mandar levantar as patas às bestas ao ferrá-las....


    afinal | adv.

    Por fim; enfim; finalmente (ex.: afinal conseguiu arranjar um emprego)....


    aldino | adj.

    Diz-se de certo tipo que foi empregado pelos Aldos e das edições feitas por estes....


    arguitivo | adj.

    Que se emprega como argumento....


    assutado | adj.

    Feito com o emprego da suta....


    caxexa | adj. 2 g.

    Pequeno, enfezado, raquítico. (Emprega-se indiferentemente falando-se de pessoas e animais.)...


    contranitente | adj. 2 g.

    Que emprega contranitência; que resiste....


    deci- | pref.

    Elemento que se emprega nos nomes das medidas do sistema métrico para exprimir a décima parte da unidade....


    cuche-cuche | interj.

    Emprega-se para chamar porcos e cães....


    Que se desarrumou ou em que há desarrumação....


    diligente | adj. 2 g.

    Que tem ou emprega diligência....


    então | adv.

    Nesse ou naquele tempo ou ocasião....


    hepe | interj.

    Emprega-se para estimular os animais em marcha....


    hertziano | adj.

    Designativo das ondas eletromagnéticas empregadas na telegrafia sem fios....


    hurra | interj.

    Grito de guerra com que os soldados ingleses, russos e alemães, arremetem contra o inimigo....


    la | pron. pess. f.

    Emprega-se, em vez de a, depois de formas verbais terminadas em r, s ou z, depois dos pronomes nós e vós e do advérbio eis....


    já | adv. | conj. coord.

    Neste instante (ex.: saia já daqui!)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?