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    emboto

    boto | adj.

    Que perdeu o gume ou a ponta, não podendo por isso cortar ou furar como antes....


    denteira | n. f.

    Embotamento dos dentes....


    embotadeira | n. f.

    Meia que se calça por baixo da bota de água....


    hebetismo | n. m.

    Desenvolvimento reduzido das capacidades intelectuais....


    hemodia | n. f.

    Embotamento dos dentes acompanhado de rangido e sabor ácido....


    desafiado | adj. n. m. | adj.

    Que ou aquele que foi provocado a duelo....


    rombo | n. m.

    Buraco ou furo devido a arrombamento....


    pontiagudo | adj.

    Que termina em ponta fina ou aguda (ex.: focinho pontiagudo; folhas pontiagudas)....


    embotado | adj.

    Que não tem terminação fina ou cujo gume não está a amolado....


    agudo | adj. | n. m.

    Que tem terminação fina ou afiada (ex.: folhas de ponta aguda)....


    afiado | adj.

    Que tem fio ou gume fino ou bem amolado....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?