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    eduque-mo

    cortês | adj. 2 g.

    Que usa de cortesia (ex.: pessoa muito cortês)....


    descortês | adj. 2 g.

    Que não mostra cortesia ou delicadeza (ex.: atitude descortês; pessoa descortês)....


    educável | adj. 2 g.

    Suscetível de educação....


    mazorral | adj. 2 g.

    Que revela indelicadeza ou falta de educação....


    monoparental | adj. 2 g.

    Que apenas tem a presença de um dos pais; em que apenas existe o pai ou a mãe para educar o filho ou filhos (ex.: família monoparental)....


    Relativo à pedagogia (ex.: método pedagógico)....


    pio | adj.

    Inclinado à piedade....


    prendado | adj.

    Que recebeu prenda ou dádiva....


    Relativo aos fenómenos sociais na sua relação com a educação e o ensino....


    Relativo ao ecoturismo ou a turismo que respeita o meio ambiente e que estimula a educação ambiental (ex.: áreas de interesse ecoturístico; empreendimento ecoturístico)....


    -trofia | elem. de comp.

    Exprime a noção de crescimento ou desenvolvimento (ex.: hipertrofia)....


    mass media | loc.

    Conjunto dos meios de comunicação social (ex.: discutiram o papel dos mass media na educação)....


    classudo | adj.

    Que tem muita classe, educação ou distinção....


    uniparental | adj. 2 g.

    Que apenas tem a presença de um dos pais; em que apenas existe o pai ou a mãe para educar o filho ou filhos (ex.: família uniparental)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?