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    dormisses

    aí | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    desdormido | adj.

    Diz-se de quem não dormiu e anda bocejando....


    dorminte | adj. 2 g.

    Que está dormindo....


    Meio dormido; quase a dormir; que dormita....


    De modo inclusivo; sem exclusão (ex.: as interferências corrompem inclusivamente o sistema financeiro)....


    nicles | adv. | pron. indef.

    Expressa negação; de modo nenhum (ex.: o gato dorme o dia todo, mas caçar, nicles)....


    Até muito fundo, até muito abaixo da superfície do solo....


    velado | adj.

    Coberto com véu....


    maldormido | adj.

    Que dormiu mal (ex.: doente maldormido)....


    dormido | adj.

    Que dormiu ou adormeceu....


    Expressão usada para indicar que determinada explicação é pouco clara, mais difícil de entender do que aquilo que ela devia clarificar, o que torna ainda mais obscura a sua compreensão (ex.: dizer que o ópio faz dormir porque tem virtude dormitiva é explicar obscurum per obscurius)....


    Vestimenta, geralmente aberta à frente, usada por cima da roupa interior ou da roupa de dormir....


    sub jove | loc.

    Ao ar livre, ao relento, sem o abrigo de um teto (ex.: dormir sub Jove)....


    cama | n. f.

    Conjunto formado pelo móvel usado para dormir, pelo colchão e pela roupa que geralmente o reveste....


    camarote | n. m.

    Espécie de cubículo disposto, com outros iguais, em fileira ao redor de uma sala de espetáculos....


    chileira | n. f.

    Pequeno sobrado no barco rabelo, junto à proa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?