Pesquisa nas Definições por:

    ditando-a

    aliás | adv.

    De outro modo, se não fosse assim....


    Que não é produzido por geração propriamente dita ou por concurso dos sexos....


    contudo | conj.

    Usa-se para introduzir uma oposição ou restrição ao que foi dito....


    daí | contr.

    Usa-se para indicar a origem ou a proveniência de um local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: saímos daí ainda de madrugada)....


    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    então | adv.

    Nesse ou naquele tempo ou ocasião....


    enfim | adv.

    Por último; em último lugar....


    Não aconselhado nem forçado; feito ou dito de livre vontade....


    glumáceo | adj.

    Que não tem perianto propriamente dito, mas brácteas....


    hem | interj.

    Expressão usada, com entoação interrogativa, para indicar que não se percebeu o que foi dito e que se pretende que o interlocutor repita (ex.: Hem? Como disse?)....


    De modo inclusivo; sem exclusão (ex.: as interferências corrompem inclusivamente o sistema financeiro)....


    isto | pron. dem. m. sing. | interj.

    Esta coisa; estas coisas....


    predito | adj.

    Que se predisse....


    prejacente | adj. 2 g.

    Anteriormente dito ou citado....


    prévio | adj.

    Feito ou dito com antecipação, antes de outra coisa....


    porém | conj.

    Usa-se para introduzir uma oposição ou restrição ao que foi dito....


    seja | conj. | interj.

    Alternativa disjuntiva que se emprega em vez de ou (ex.: a doença está a alastrar, seja nas aldeias, seja na capital)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?