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    disformam

    deforme | adj. 2 g.

    Que perdeu a forma primitiva....


    torpe | adj. 2 g.

    Impudico; obsceno....


    marreca | n. f. | n. 2 g.

    Fêmea do marreco....


    carranca | n. f.

    Cara disforme de pedra ou metal que serve de adorno em construções....


    geba | n. f.

    Saliência disforme nas costas ou no peito....


    giba | n. f.

    Saliência disforme nas costas ou no peito....


    mostrengo | n. m.

    Indivíduo muito feio ou disforme....


    vaca | n. f.

    Fêmea do boi....


    paracéfalo | n. m.

    Monstro de cabeça volumosa, disforme, tendo apenas um rudimento de boca e de órgãos sensórios....


    mondrongo | n. m.

    Pessoa feia ou disforme....


    aborto | n. m.

    Ato ou efeito de abortar....


    espantalho | n. m.

    Boneco ou qualquer objeto para espantar os pássaros das searas, hortas, etc....


    malfeito | adj. | n. m.

    Que tem defeito ou foi mal executado....


    masarulho | n. m. | adj. n. m.

    Novelo malfeito....


    zambo | adj. n. m.

    Que ou quem tem as pernas tortas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?