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    devaneei-lha

    borboletice | n. f.

    Modos ou movimentos de borboleta....


    rêverie | n. f.

    Produto da imaginação ou do sonho....


    devaneador | adj. n. m.

    Que ou aquele que devaneia....


    sonho | n. m.

    Conjunto de ideias e de imagens que se apresentam ao espírito durante o sono....


    borboletear | v. intr.

    Dar pequenos voos, como as borboletas....


    devanear | v. tr. | v. intr.

    Fantasiar, sonhar, idear (o que não é realizável ou o que é quase impossível)....


    entressonhar | v. tr. | v. intr.

    Representar na imaginação ou no espírito; sonhar vagamente com....


    sonhar | v. intr. | v. tr. | n. m.

    Ter um sonho ou sonhos....


    cisma | n. m. | n. f.

    Ato pelo qual os sectários de uma religião cessam de reconhecer a autoridade do seu chefe espiritual....


    devaneante | adj. 2 g.

    Que devaneia ou que causa devaneio....


    romancice | n. f.

    Ato ou dito de quem se deixa levar pela imaginação....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?