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    desfechava-mo

    remate | n. m.

    Fim, acabamento....


    final | adj. 2 g. | n. m. | n. f.

    Que está no fim, que está na última parte....


    agonia | n. f. | n. f. pl.

    Última luta contra a morte....


    catástrofe | n. f.

    Grande desgraça que atinge muitas pessoas....


    desate | n. m.

    Ato ou efeito de desatar....


    reflada | n. f.

    Golpe desferido com o refle....


    tragédia | n. f.

    Peça de teatro cujo desfecho é um acontecimento funesto....


    Tragédia matizada de incidentes cómicos e cujo desfecho não é trágico....


    desfechar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Dar ao gatilho; disparar....


    disparar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Arremessar com violência e inopinadamente....


    zurzir | v. tr.

    Dar golpes ou desferir pancadas em....


    clímax | n. m. 2 núm.

    Ponto ou grau máximo, mais alto ou mais intenso de algo....


    solução | n. f.

    Ato ou efeito de solver....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?