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    desarma-a

    inerme | adj. 2 g.

    Que não tem armas ou defesas....


    indefeso | adj.

    Que está sem defesa....


    lambrete | n. m.

    Régua que se amarra a cada uma das peças do aparelho do navio desarmado....


    brial | n. m.

    Espécie de camisola que os cavaleiros armados vestiam sobre as armas ou, quando desarmados, sobre o fato interior....


    Doutrina que preconiza a redução do armamento das nações para evitar a destruição do planeta ou uma escalada bélica....


    portátil | adj. 2 g. | n. m.

    Que se pode transportar com facilidade....


    desarmamentista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo a desarmamentismo ou à defesa do desarmamento ou da redução de armas das nações (ex.: iniciativa desarmamentista; política desarmamentista)....


    desarmador | adj. n. m.

    Que ou aquele que desarma....


    vista | n. f.

    Ato ou efeito de ver....


    armar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Prover de armas....


    desarmar | v. tr. | v. intr. | v. tr. e intr. | v. pron.

    Tirar a armadura ou as armas a....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?