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    dento-tos

    anisodonte | adj. 2 g.

    Que tem os dentes desiguais....


    arpado | adj.

    Que tem dentes como os da serra....


    Que arreganha os dentes por qualquer motivo....


    bidentado | adj.

    Que tem dois dentes ou dois apêndices em forma de dentes....


    belfo | adj.

    Que tem pendente ou mais grosso o beiço inferior....


    boto | adj.

    Que perdeu o gume ou a ponta, não podendo por isso cortar ou furar como antes....


    cabeiro | adj.

    Que está no fim; último....


    ctenodonte | adj. 2 g.

    Que tem dentes em forma de pente....


    decíduo | adj.

    Que cai ou se desprende numa fase de desenvolvimento (ex.: dente decíduo)....


    dentado | adj.

    Ferido ou cortado com os dentes....


    dentário | adj. | adj. n. m.

    Relativo aos dentes (ex.: arcada dentária; esmalte dentário; implantes dentários; perdas ósseas dentárias; tratamento dentário)....


    denticida | adj. 2 g.

    Diz-se da deiscência proveniente do desvio dos dentes do carpelo....


    descarnado | adj.

    Que se descarnou ou que ficou separado da carne (ex.: osso descarnado)....


    frendente | adj. 2 g.

    Que range os dentes....


    gnatodonte | adj. 2 g.

    Que tem os dentes inseridos na espessura das maxilas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.