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    deitando-ta

    de | prep.

    Une ao nome o seu complemento (ex.: folha de papel) e estabelece relação de matéria (ex.: feito de pedra); instrumento (ex.: golpe de espada); modo (ex.: deitado de costas); procedência ou lugar donde (ex.: vir de Lisboa); causa (ex.: morreu de medo); agente (ex.: amado de todos), etc....


    decumbente | adj. 2 g.

    Que está inclinado, deitado....


    derruído | adj.

    Que se derruiu; que foi deitado abaixo ou caiu....


    enraizado | adj.

    Que deitou raiz, que se enraizou....


    espúmeo | adj.

    Que faz, deita ou tem espuma....


    estatelado | adj.

    Deitado por terra; imóvel; parado....


    fumarento | adj.

    Que deita fumo ou fumarada....


    Que só serve para deitar fora; desprezível....


    recolhido | adj.

    Que se obteve ou recebeu; arrecadado....


    ressupino | adj.

    Deitado com as costas no chão; voltado com a face ventral para cima....


    subjacente | adj. 2 g.

    Que está ou jaz por baixo....


    -cida | elem. de comp.

    Exprime a noção de agente que provoca a morte ou o extermínio (ex.: bactericida)....


    -cídio | elem. de comp.

    Exprime a noção de ação que provoca a morte ou o extermínio (ex.: filicídio)....


    decubital | adj. 2 g.

    Relativo à posição de quem está deitado (ex.: úlceras decubitais)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.