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    debatais

    Que se agita violentamente para se soltar....


    Relativo a instrução (ex.: debate instrutório)....


    erístico | adj.

    Relativo a erística, à argumentação ou ao debate....


    renhido | adj.

    Que é disputado ou travado com muita intensidade ou ferocidade (ex.: debate renhido; disputa renhida; eleições renhidas)....


    debate | n. m.

    Discussão em que os discutidores procuram trazer os assistentes à sua opinião....


    debatidura | n. f.

    Ato de se debater, para fugir (falando-se de aves presas)....


    palestra | n. f.

    Debate ou discussão ligeira....


    bom | adj. | n. m. | interj.

    Que é como deve ser ou como convém que seja; que corresponde ao que é desejado ou esperado (ex.: ela é uma boa chefe; queria comprar um bom carro)....


    colóquio | n. m.

    Conversação ou palestra entre duas ou mais pessoas....


    combate | n. m.

    Ação de troços de exército ou armadas beligerantes....


    maratona | n. f.

    Corrida pedestre de grande fundo (42,195 km), que decorre em estrada....


    rebatinha | n. f.

    Coisa muito disputada ou debatida....


    tenção | n. f.

    Ato da vontade pelo qual formamos um projeto....


    TGV | n. m.

    Sistema ferroviário de alta velocidade (ex.: a construção do TGV irá ser debatida no parlamento)....


    erística | n. f.

    Arte ou técnica relativa à argumentação ou ao debate....


    quodlibet | n. m.

    Tema para exercício de debate filosófico ou teológico....


    liça | n. f.

    Terreno destinado a torneios....


    lide | n. f.

    Combate, luta, peleja....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?