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    contexto

    casual | adj. 2 g.

    Que é relativo a situações ou contextos em que há familiaridade ou descontração....


    irónico | adj.

    Que dá a entender, em determinado contexto, o contrário ou algo diferente do que significa....


    sintónico | adj.

    Que está em sintonia com o contexto (ex.: humor sintónico)....


    Relativo à psicologia aplicada ao domínio jurídico ou judicial (ex.: intervenção juspsicológica em contexto prisional)....


    Relativo aos elementos ou problemas sociais na sua relação com os elementos ou problemas históricos (ex.: contexto socio-histórico)....


    disposicional | adj. 2 g.

    Relativo a disposição (ex.: contexto disposicional)....


    Relativo a diáspora, à dispersão de um povo ou comunidade (ex.: contexto diaspórico, identidades diaspóricas, memórias diaspóricas)....


    Relativo a heutagogia (ex.: contexto heutagógico; visão heutagógica)....


    Que está entre vogais (ex.: contexto intervocálico)....


    Que está entre consoantes (ex.: contexto interconsonântico)....


    postónico | adj.

    Que vem depois da sílaba ou da vogal tónica da palavra (ex.: contexto postónico; vogal postónica)....


    olisipo- | elem. de comp.

    Exprime a noção de Lisboa (ex.: olisipografia)....


    fáctico | adj.

    Relativo a facto jurídico (ex.: contexto fáctico probatório; fundamentação fáctica)....


    pretónico | adj.

    Que precede a sílaba tónica (ex.: contexto pretónico; vogal pretónica)....


    alofone | n. m.

    Cada uma das variantes fonéticas concretas de um fonema, consoante o contexto fonético (ex.: [b] e [β] podem ser alofones do fonema /b/)....


    Estudo ou conjunto de estudos sobre a cidade de Lisboa....


    alomorfe | n. m.

    Cada uma das formas concretas que pode assumir um morfema em determinado contexto....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?