Pesquisa nas Definições por:

    construiriam

    ereto | adj.

    Construído....


    fundado | adj.

    Que tem fundamento....


    incoativo | adj.

    Que dá ou origina um começo....


    lacustre | adj. 2 g.

    De lago; dos lagos....


    merdícola | adj. 2 g.

    Que vive nos excrementos....


    rupestre | adj. 2 g.

    Que cresce sobre os rochedos....


    armadura | n. f.

    Conjunto de peças metálicas usado para cobrir e proteger o corpo de guerreiros....


    arquitetura | n. f.

    Arte de projetar e construir edifícios....


    bastião | n. m.

    Espécie de fortim construído onde as muralhas formam ângulo....


    camaranchão | n. m.

    Obra avançada numa fortaleza, muralha ou edifício, que se usa como lugar de vigia....


    iglu | n. m.

    Cabana que os esquimós constroem com compactos blocos de gelo....


    montanha | n. f.

    Monte elevado e de cume extenso....


    silvado | n. m. | adj.

    Moita de silvas....


    síntese | n. f.

    Figura que consiste em reunir numa só duas palavras primitivamente separadas....


    sirgo | n. m.

    Inseto lepidóptero, cuja larva produz a seda para fazer o seu casulo....


    xaveco | n. m.

    Pequena embarcação de três mastros e velas latinas, do Mediterrâneo, que também se pode deslocar a remos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.