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    consolassem-ma

    consolado | adj.

    Que recebeu consolação....


    Que serve para consolar ou de consolação....


    consular | adj. 2 g.

    Relativo a cônsul ou a consulado....


    inconsolável | adj. 2 g.

    Que não se pode consolar; para quem não há consolação possível....


    Que acalma a dor (ex.: elixir paregórico)....


    salutar | adj. 2 g.

    Que é próprio para conservar ou restaurar a saúde....


    solaçoso | adj.

    Que causa prazer ou consolo (ex.: só nos resta a solaçosa esperança)....


    Observação da raposa na fábula de La Fontaine; em português, diz-se: Estão verdes! e aplica-se quando alguém, não podendo alcançar a coisa desejada, se consola manifestando desdém por ela....


    Que serve para consolar ou de consolação....


    delícia | n. f.

    Prazer que consola os sentidos e o espírito....


    orvalho | n. m.

    Conjunto de gotas de humidade que, por condensação, se depositam durante a noite em qualquer superfície plana....


    modilhão | n. m.

    Ornato em forma de S invertido que se coloca sob o lacrimal da cornija....


    remissão | n. f.

    Ato ou efeito de remitir....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?