Pesquisa nas Definições por:

    conquistei

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    Adquirido, ganho por luta ou à custa de muito esforço....


    inexpugnável | adj. 2 g.

    Que não pode ser tomado ou conquistado....


    abencerragem | n. m.

    Membro da tribo que dominou em Granada antes da conquista dos Reis Católicos....


    argonauta | n. m.

    Tripulante lendário da nau Argo, na qual, segundo a lenda, os argonautas foram à conquista do Velo de Ouro....


    demagogia | n. f.

    Preponderância do povo na forma do governo....


    exército | n. m.

    Conjunto de todas as forças militares terrestres de uma nação....


    rufião | n. m.

    Indivíduo que vive à custa do que uma prostituta ganha....


    xaveco | n. m.

    Pequena embarcação de três mastros e velas latinas, do Mediterrâneo, que também se pode deslocar a remos....


    playboy | n. m.

    Homem ou rapaz que procura prazeres e diversões e tem uma vida social intensa, nomeadamente no que se relaciona com as conquistas amorosas, e ostenta geralmente riqueza....


    comício | n. m.

    Reunião pública, geralmente ao ar livre, em que se tecem críticas ou louvores de cariz social e político ou na qual um candidato a cargo político se apresenta aos seus apoiantes e procura conquistar votos....


    hova | n. m. | n. m. pl.

    Língua falada pelos hovas....


    ocupação | n. f.

    Ato ou efeito de ocupar ou de se ocupar....


    conquista | n. f.

    Ato ou efeito de conquistar....


    alfitra | n. f.

    Tributo que era pago pelos muçulmanos conquistados....


    autonomia | n. f.

    Faculdade de um país conquistado ou de uma região administrativa de se administrar por suas próprias leis....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.