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    conhecem-mo

    baita | adj. 2 g.

    Que é muito grande (ex.: uma baita mesa; um baita espelho; que baita confusão!)....


    cognitivo | adj.

    Relativo à cognição, ao conhecimento (ex.: desenvolvimento cognitivo; competências cognitivas)....


    cônscio | adj.

    Que tem conhecimento do que deve fazer ou de como deve agir....


    emérito | adj.

    Que se reformou ou aposentou, mantendo ainda algumas funções e regalias inerentes ao cargo (ex.: bispo emérito)....


    estafado | adj.

    Que se estafou; que não tem forças....


    Diz-se de um novo processo pedagógico em que os conhecimentos relativos a cada coisa se tomam em globo e não parcelados....


    idóneo | adj.

    Que é apropriado para alguma coisa....


    lendário | adj.

    Que é relativo a lenda....


    literário | adj.

    Relativo a letras, à literatura ou a conhecimentos humanos adquiridos pelo estudo....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?