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    comprovei-ma

    De maneira que carece de comprovação ou confirmação (ex.: o indivíduo está alegadamente ligado ao tráfico de estupefacientes)....


    De modo pericial (ex.: comprovação feita pericialmente)....


    Que não se comprovou (ex.: o conteúdo da reportagem é absurdo e incomprovado)....


    cave canem | loc.

    Inscrição gravada nos umbrais das casas romanas, e comprovada num mosaico pompeiano, que alerta para a presença de um cão de guarda....


    factual | adj. 2 g.

    Relativo a facto....


    cheque | n. m.

    Documento que representa uma ordem de pagamento à vista sobre casa onde se tem valores....


    prova | n. f.

    O que serve para estabelecer a verdade de um facto ou de asserção....


    nicho | n. m.

    Cavidade aberta em parede para colocação de imagem, vaso ou outros objetos (ex.: fachada decorada com arcos e nichos; duche com nicho de arrumação)....


    controlo | n. m.

    Vigilância, exame minucioso....


    nota | n. f.

    Sinal para marcar ou fazer lembrar algo....


    controle | n. m.

    Vigilância, exame minucioso....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?