Pesquisa nas Definições por:

    compreendam-mo

    acroático | adj.

    Que não é compreendido senão por meio de explicações....


    apreensível | adj. 2 g.

    Que pode ou deve ser apreendido....


    asinino | adj.

    Relativo a asno ou burro....


    asnal | adj. 2 g.

    Relativo a asno....


    asnático | adj.

    Relativo a asno ou burro....


    atingível | adj. 2 g.

    Que pode ser atingido, alcançado....


    capaz | adj. 2 g.

    Que tem capacidade para (ex.: o hotel é capaz de alojar duzentas pessoas)....


    Diz-se dos fenómenos geológicos que compreendem os movimentos que modificam a superfície do Globo e os convulsivos ou terramotos....


    inatingível | adj. 2 g.

    Que não pode ser atingido, alcançado....


    infinitesimal | adj. 2 g.

    Que tem o caráter de infinitésima....


    interbranquial | adj. 2 g.

    Que está compreendido entre as brânquias....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.