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    compartimenteis

    alvaçuz | n. m.

    Compartimento, no porão do navio, onde se guardam cabos, ferragens, etc....


    banheiro | n. m.

    O que proporciona banhos ou acompanha os banhistas no banho....


    beliquete | n. m.

    Pequeno compartimento sem ar e sem luz, para arrumação de coisas velhas....


    caixa-forte | n. f.

    Compartimento muito seguro, de banco ou empresa, onde se guardam dinheiro, documentos ou objetos de valor....


    Cada uma das divisões de uma casa, carruagem, embarcação, caixa, gaveta, etc....


    cheleira | n. m.

    Compartimento triangular onde se empilham as balas ao lado das peças....


    escaninho | n. m.

    Compartimento ou casinha de secretária ou de qualquer outro móvel....


    gabinete | n. m.

    Compartimento reservado....


    galeria | n. f.

    Corredor ou compartimento sobre o comprido, geralmente com janelas ou cobertura envidraçada....


    galinheiro | n. m.

    Compartimento, ordinariamente gradeado, onde se guardam e criam galináceos e eventualmente outras aves....


    quadrada | n. f.

    Compartimento; quadra....


    tulha | n. f.

    Lugar onde se junta e deposita a azeitona, antes de ser levada para o lagar....


    cockpit | n. m.

    Compartimento de um avião destinado ao piloto ou aos pilotos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.