Pesquisa nas Definições por:

    comentem-lhe

    comentário | n. m. | n. m. pl.

    Nota ou apontamento com que se aclara um texto....


    comento | n. m.

    Comentário (ex.: as anotações e os comentos na margem do manuscrito são de um frade do século XVII)....


    tema | n. m.

    Assunto, matéria....


    bilhardice | n. f.

    Ato ou efeito de bilhardar....


    Passagem para a posição do tópico ou da parte do enunciado sobre a qual o resto do enunciado fornece informação ou que o resto do enunciado comenta ou questiona....


    berra | n. f.

    Cio de animais, especialmente de veados....


    legenda | n. f.

    Informação escrita que comenta ou ajuda a compreender, identificar ou interpretar uma imagem, um mapa, etc....


    tona | n. f.

    Casca fina....


    baila | n. f.

    Teia de torneio....


    tudólogo | n. m.

    Pessoa que comenta ou dá opiniões sobre qualquer assunto como se fosse um perito ou especialista de cada um desses assuntos....


    falado | adj. n. m.

    Comentado; afamado; ajustado; prevenido....


    comentador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que comenta....


    tópico | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo a lugar....


    margem | n. f.

    Linha ou zona que limita um espaço....


    bisbilhotar | v. intr.

    Procurar ou comentar factos privados da vida de outros....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.