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    combinando-mo

    avindo | adj.

    Que aveio ou se aveio....


    brómico | adj.

    Diz-se do ácido resultante do brómio combinado com oxigénio....


    Diz-se de um ácido gasoso à temperatura ordinária, formado pela combinação do brómio e do hidrogénio....


    Diz-se do instrumento ótico em que se combinam os efeitos da luz reflexa e refrata....


    Ácido resultante de cianogénio e hidrogénio combinados em partes iguais....


    Relativo a combinação (ex.: capacidade combinatória)....


    fosfático | adj.

    Que contém combinações fosfóricas....


    Que está combinado com hidrogénio....


    Designativo de um ácido obtido pela combinação do ácido fosfórico e da glicerina....


    inaliável | adj. 2 g.

    Que se não pode aliar, ligar ou combinar....


    incomportável | adj. 2 g.

    Que não se pode comportar (ex.: peso incomportável)....


    indiferente | adj. 2 g.

    Que tem ou manifesta indiferença....


    oxigenado | adj.

    Combinado com o oxigénio....


    per | prep.

    Forma antiga da preposição por, usado ainda na locução de per si....


    potássico | adj.

    Diz-se dos derivados do potássio ou de certas combinações químicas em que entra o potássio....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.