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    comarcais-ma

    comarca | n. f.

    Divisão territorial de um distrito judicial, sob a alçada de um tribunal de primeira instância....


    podestade | n. f.

    Rico-homem, com autoridade suprema em certas comarcas ou províncias....


    Magistrado que tem jurisdição sobre os outros juízes de uma comarca, fiscalizando o andamento da justiça e dos serviços forenses....


    precatória | n. f.

    Carta dirigida por um juiz de uma circunscrição, comarca, tribunal, etc., a outro magistrado, para que cumpra ou faça cumprir certas diligências judiciais....


    comarcão | adj. | adj. n. m.

    Relativo a comarca (ex.: cadeia comarcã; delegada comarcã da Ordem dos Advogados)....


    vara | n. f.

    Haste de árvore ou de arbusto....


    copríncipe | n. m.

    Título nobiliárquico usado no principado de Andorra, que é governado por dois príncipes, o presidente da República Francesa e o bispo de Urgel, comarca da comunidade autónoma espanhola da Catalunha (ex.: copríncipe episcopal; copríncipe francês)....


    juiz | n. m.

    Magistrado que administra justiça....


    comarcar | v. intr.

    Ter limites comuns....


    comarcal | adj. 2 g.

    Relativo a comarca (ex.: terras comarcais)....


    carta | n. f.

    Escrito fechado que se dirige a alguém....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.