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    colaborem-tos

    Que colabora ou serve para colaborar....


    conivência | n. f.

    Acordo pecaminoso entre superior e inferior, em prejuízo alheio....


    delação | n. f.

    Revelação de crime, delito ou falta alheia, com o fim de tirar proveito dessa revelação....


    Colaboração com o inimigo ocupante de um território....


    resenhista | n. 2 g.

    Pessoa que escreve resenhas (ex.: colabora como resenhista em diversos jornais)....


    parceria | n. f.

    Sociedade comercial em que os sócios, parceiros ou compartes, apenas são responsáveis pelo quinhão ou parte com que entrarem e só lucram na proporção do que deram....


    agregado | adj. | n. m.

    Reunido, anexo....


    colaboracionista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo a colaboracionismo....


    interclassista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que se realiza entre classes sociais, através de várias classes sociais ou incluindo várias classes sociais....


    cúmplice | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g.

    Que ou pessoa que tomou parte moral ou material em crime ou delito de outrem (ex.: indivíduo cúmplice; provou-se que ele teve dois cúmplices)....


    Teoria que defende a colaboração entre classes sociais, por contraponto à luta de classes....


    colaborador | n. m. | adj.

    Pessoa que trabalha com outra em iguais circunstâncias de iniciativa....


    Conjunto formado pelas contribuições ou colaborações de um grande número de pessoas para a realização de determinada tarefa ou para a obtenção de determinado resultado, geralmente através da Internet....


    adjuvar | v. tr.

    Dar ajuda a outrem....


    boicotar | v. tr.

    Recusar, como forma de protesto ou represália, qualquer colaboração ou relação....


    coadjuvar | v. tr.

    Prestar ajuda a outrem....


    colaborar | v. tr.

    Trabalhar em comum com outrem....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?