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    cocho

    cochada | n. f.

    Coche (cheio de gente) ou cocho (cheio de cal)....


    cocho | n. m.

    Tabuleiro para conduzir cal amassada....


    coche | n. m.

    Tabuleiro em que se acarreta a cal amassada....


    cocha | n. f.

    Tabuleiro em que se acarreta a cal amassada....


    coxo | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Que ou quem coxeia ou anda inclinando-se para um dos lados, geralmente por doença ou defeito numa perna (ex.: indivíduo coxo; há dois coxos no grupo)....


    cochar | v. tr.

    Tirar (água) das poças ou presas com o cocho....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?