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    chiar-ma

    chio | n. m.

    Voz aguda dos ratos e de algumas aves....


    chiola | n. f.

    Carro de bois velho que chia muito....


    chiado | n. m.

    O mesmo que chiadeira....


    chia | n. f.

    Planta (Salvia hispanica), da família das labiadas, nativa do México e da Guatemala, cultivada pelas suas sementes comestíveis....


    chiador | adj. n. m.

    Que ou o que chia....


    chiar | v. intr. | n. m.

    Produzir som agudo e continuado....


    rechiar | v. intr.

    Chiar fortemente....


    ranger | v. intr.

    Produzir um ruído áspero....


    chieira | n. f.

    Som agudo, contínuo e desagradável....


    guinchar | v. intr. | v. tr.

    Dar guinchos (ex.: o macaco guincha)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?