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    cede-to

    altivo | adj.

    Que tem altivez....


    cedível | adj. 2 g.

    Que se pode ceder....


    cedo | adv.

    Antes da hora (em que a coisa se deve realizar)....


    dúctil | adj. 2 g.

    Que pode ser estendido na fieira ou a martelo sem se quebrar....


    fretado | adj.

    Que se fretou; que foi tomado ou cedido a frete....


    De modo inclusivo; sem exclusão (ex.: as interferências corrompem inclusivamente o sistema financeiro)....


    matinal | adj. 2 g.

    Relativo à manhã....


    mole | adj. 2 g. | adv.

    Indolente....


    precoce | adj. 2 g. | adv.

    Maduro antes da estação própria....


    disposição | n. f.

    Ato ou efeito de dispor ou de se dispor....


    galinha | n. f. | n. f. pl.

    Fêmea do galo....


    impulso | n. m.

    Ato de impelir....


    meias | n. f. pl.

    Contrato de partes iguais em lucros ou perdas....


    Vale que a entidade empregadora cede ao funcionário, como parte do seu salário, para que possa ser trocado por refeições em estabelecimentos que o aceitem como meio de pagamento....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?