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    cassas

    casso | adj.

    Sem efeito....


    cassado | adj.

    Que se cassou ou se tornou nulo ou sem efeito....


    cassa | n. f.

    Tecido transparente de linho ou algodão (ex.: cortinas de cassa bordada)....


    casse | n. m.

    Peça de madeira, mais ou menos curva, que vai da sobrecadeia ao tendal do carro....


    ponjé | n. 2 g.

    Tecido leve, espécie de cassa, e que é uma mistura de fio de lã e de seda....


    caçar | v. intr. | v. tr.

    Andar à caça....


    cassar | v. tr.

    Tornar nulo e sem efeito....


    caço | n. m.

    Frigideira de barro com cabo....


    caça | n. f. | n. m.

    Arte de caçar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?