Pesquisa nas Definições por:

    cancelava

    daí | contr.

    Usa-se para indicar a origem ou a proveniência de um local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: saímos daí ainda de madrugada)....


    produtora | n. f.

    Empresa que produz diferentes tipos de espetáculos (ex.: a produtora foi obrigada a cancelar o concerto)....


    cancela | n. f.

    Porta ligeira de grades....


    cancelada | n. f.

    Encerro feito de cancelas em que pernoita o alavão....


    cravelho | n. m.

    Peça grosseira de madeira para fechar postigos, cancelas, etc....


    taramela | n. f. | n. 2 g.

    Peça de madeira, do feitio de cunha, para fechar porta ou cancela....


    descarga | n. f.

    Ato ou efeito de descarregar....


    guarda-barreira | n. m. | n. 2 g.

    Guarda que fiscalizava a introdução dos géneros de consumo, às portas de uma cidade....


    Guarda de uma barreira ou cancela, nas vias-férreas....


    portal | n. m. | adj. 2 g.

    Porta grande e principal de um edifício....


    porteira | n. f.

    Mulher que guarda porta ou portaria....


    portelo | n. m.

    Parte de um cercado ou terreno murado....


    voo | n. m.

    Ato ou efeito de voar....


    bota-abaixo | n. m. 2 núm.

    Lançamento de um navio à água (ex.: o bota-abaixo do veleiro foi cancelado por causa do mau tempo)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.